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Category Archive for 'Discurso do Método 2.0 – Compartilho, logo existo!'

Um Modelo Mental é a expressão viva das mudanças da plástica cerebral. Ver mais esta relação neste post. A plástica cerebral é moldada TAMBÉM e fortemente pelas Tecnologias Cognitivas. Temos uma Inteligência Artificial, que se sofistica, conforme mudam e se sofisticam as tecnologias cognitivas. Não teremos em um momento da história um único Modelo Mental, […]

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Comecei neste post, outra linha de abordagem sobre como podemos revisar como pensamos o ser humano e como produzimos cultura.  O que podemos começar a dizer que estamos tateando é que nossa espécie tem mudanças profundas e consistentes, mas que NEM TODAS ELAS  são provocadas por fatores culturais. Hoje, é comum dizer que a espécie […]

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Este vídeo é impactante e eis uma análise sobre ele: O que as crianças querem? Ser felizes quando crescer. Serem amados pelos que eles são. Nós não estamos aprendendo a ser felizes e saudáveis. Isso não é prioridade da escola. Por que ser feliz e saudável não é uma prática a ser aprendida na escola? […]

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Ser aplicarmos a Antropologia Cognitiva no Brasil, vamos ter três países: – O Modelo Mental Oral – que não sabe ler, pouco lê e não consegue se expressar, via texto, reforçado pelo rádio e a televisão que o mantém no mesmo lugar; – O Modelo Mental Escrito – que lê; – E o Modelo Mental […]

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Estamos vivendo a primeira grande crise da Rede. O não apoio ao Governador de São Paulo cria um impasse no que vinha caminhando, aparentemente com uma certa lógica. 1) do movimento a partido: 2) de partido à coligação. Mas qual foi o objetivo de criar o partido e a coligação? Criar algo novo. Uma rede, […]

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Tenho experimentado o Facebook para promover um tipo de curso, que chamei de Campeonato Cognitivo. Uma figura que procura reproduzir o modelo segue abaixo: O modelo se encaixa, pois aqui quero trabalhar com eles os meus principais conceitos. Meu objetivo é a cada semana problematizar um deles, com dois objetivos: – marcar um debate e […]

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Os professores que dão aulas analógicas e verticais não têm este problema. Este problema vai surgir para a nova geração que tentará trabalhar com aulas participativas. Aulas participativas só fazem sentido quando focadas em problemas, pois assuntos não são passíveis de participação. Um professor de aula participativa é um difusor de uma determinada teoria e […]

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Aqui vamos discutir algo geral das ciências e apoio para pesquisadores e críticos ao se deparar com fenômenos. Note que temos três momentos no desenvolvimento de análise de um dado problema, como vemos abaixo:   Toda teoria, a princípio, visa chegar a um dado tratamento. Conhece-se para mudar ou se relacionar melhor com os fenômenos […]

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Vejam o quadro: Falo mais depois.  

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Dogmatismo não é apenas pensar  dentro de determinados limites. É agir dentro destes padrões. Quando se imagina uma interação, em que pessoas se encontram para trocar, supõem-se que as duas partes estão dispostas a mudar alguma coisa na sua forma de pensar e agir, a partir de um argumento ou uma informação passada pelo outro. […]

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A “verdade” é uma procura humana pela segurança. Quando uma verdade, digamos, é mais próxima dos fatos, ajuda a tomar decisões de melhor qualidade. Boas verdades, sempre entre aspas, são melhores do que mentiras ou verdades de baixa qualidade. Uma “verdade” de melhor qualidade é aquela que se aproxima melhor do problema, permitindo minimizá-lo com […]

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1) Todo ambiente está em movimento, seguido de mudanças mais ou menos radicais e períodos de aparente equilíbrio; 2) O papel do método é estudar o ambiente, os momentos de equilíbrio, as forças que provocam mudanças e seus diferentes contextos; 3) Comece o estudo por dedicar o papel de cada força e a relação entre […]

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Vamos pegar Descartes. E colocá-lo como chamei aqui de Restaurador Filosófico pós-ditadura Cognitiva do fim da Idade Média. A frase Penso, logo existo tem muitas interpretações, mas vou dar mais uma baseado na leitura da Antropologia Cognitiva. Note que Descartes vive em um contexto pós Era Cognitiva Oral. A oralidade era a ferramenta da Igreja […]

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Dizem que a história se repete como farsa. Não concordo. A história tem ciclos e precisamos aprender com eles. Ela não se repete, mas determinados contextos se parecem. Pesquisadores sociais precisam identificá-los. Pandemias, crises econômicas, desempregos, revoluções sociais, revoluções cognitivas. Eles vão e vêm de forma diferente em algo e igual em outro. E tem causas e […]

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